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Como funciona a reserva ovariana?

  • Foto do escritor: TREND Marketing
    TREND Marketing
  • 26 de jan.
  • 2 min de leitura

Como funciona a reserva ovariana? Um jeito simples de entender o que o seu corpo sinaliza


Quando falamos em reserva ovariana, gostamos de usar uma analogia simples. Ela ajuda a tirar o peso do assunto e colocar no lugar certo algo essencial: clareza.


A reserva ovariana é como uma conta bancária


Toda mulher nasce com um saldo determinado — esse saldo corresponde ao número de óvulos disponíveis ao longo da vida.


A partir daí, o funcionamento é direto: esse saldo vai sendo usado com o tempo. Mas existe uma diferença importante em relação ao banco tradicional: não existe depósito.


Só existe “saque” — todos os meses


A cada ciclo, óvulos são utilizados. E isso acontece independentemente de:


  • estar menstruando ou não

  • estar grávida

  • usar anticoncepcional


O consumo ocorre de forma contínua.


Com o passar dos anos, esse saldo diminui naturalmente. A partir dos 35 anos, essa taxa de uso tende a se acelerar.


E quando chega a menopausa, a conta se encerra.


Como saber quanto “saldo” ainda existe?


Não é possível contar exatamente quantos folículos ou óvulos ainda existem. Mas é possível ter uma estimativa, por meio de dois exames que funcionam como um “extrato” — embora não sejam 100% exatos:


  • Hormônio Anti-Mülleriano (HAM)

  • Contagem de folículos antrais, realizada por ultrassom


Esses exames ajudam a entender o momento atual, mas não determinam o futuro isoladamente.


Antes de se preocupar, é importante entender isso…


Uma reserva ovariana baixa não significa impossibilidade de gravidez. Ela não é um prazo final. Ela não define, sozinha, a fertilidade.


Ela apenas indica que é o momento de olhar para os planos reprodutivos com mais atenção, informação e estratégia.


Onde entra o congelamento de óvulos?


O congelamento pode ser entendido como guardar parte desse saldo agora para usar no futuro.


Sem juros. Sem pressão. Sem decisões precipitadas. É planejamento — não sentença.


Informação traz autonomia, não ansiedade


Entender a reserva ovariana é como checar as finanças reprodutivas.

Não para gerar medo, mas para garantir:


  • clareza

  • liberdade

  • poder de decisão


Informação bem utilizada amplia caminhos e oferece escolhas mais conscientes. Se existe o desejo de compreender o cenário atual para planejar com mais tranquilidade — agora ou no futuro — esse é um passo importante.


Responsável Técnico Médico

Dra. Isabela Piva Fuhrmeister

CRM RS 21.736 | RQE 15895


 
 
 

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